No XVII, Monthly Weeklies

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Chad Wellmon, no livro Organizing Enlightenment: Information Overload and the Invention of the Modern Research University, retrata a “explosão de periódicos” na segunda metade do século XVII. O tipo de veículo que mais se prolifera nesse período lembra a variedade de escopo do jornalismo conteporâneo:

The periodicals that expanded most rapidly in the first third of the century were the so-called moral weeklies and their related print forms often referred to by contemporary scholar as “trivial literature.” Addressed to a broad range of readers to civic engagement and Christian virtue. In contrast to the more internal focus of the scholarly periodicals, which were intent on maintaining the unity of the empire of erudition, these periodicals focused on a wide range of topics, including politics, the family, moral education, and civic life, and a broad set of genres, such as satires, moraling tales and fables, allegories, and published letters. (p. 65)

Essa “literatura trivial” cobre, em termos atuais, debates populares, comportamento e cultura. Seu apelo à moral, à cultura e ao intercâmbio de ideias é um apelo à vida em sociedade — parte de pressupostos sobre a esfera pública. Aprofundar essa comparação seria uma boa pesquisa em história do jornalismo.

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