seleta #1: Melhores Textos de Janeiro e início de Fevereiro

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Alguns artigos desse começo de ano que marcaram minha atenção. Se você por algum motivo tiver curiosidade sobre o que mais eu li, tudo o que eu leio (ou deixo pra depois) e favorito pode ser visto no meu perfil do Diigo. Sigamos, então: “Sex doesn’t sell any more, activism does. And don’t the big brands know it“, de Alex Holder, no Guardian — em que lemos como a “responsabilidade social” ou a aplicação das empresas a causas que geram retorno publicitário positivo (questões de gênero, por exemplo) está se tornando ubíqua. A estratégia, é claro, não implica em um comprometimento de fato dessas organizações (marcas diferentes sob um só guarda-chuva podem agir em contradição, como é o caso da Unilever), mas o efeito autocondescente sobre o público é hipnotizante: “If a brand can allow me to carry on living exactly as I was and fuel my social conscience then they can have all my pocket money”. O diagnóstico demanda uma nova crítica dessas posturas comerciais. “Como mentiras sobre a morte de Marisa buscam evitar empatia com Lula“, de Leonardo Sakamoto, no seu blog — em que o jornalista fala do que seria uma campanha orquestrada para manter a rejeição de Lula no lugar. Interessante […]